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Vaticano

O cardeal que detesta o Papa

Raymond Burke não esconde o quanto detesta Francisco: gostava de o ver resignar, alia-se à extrema-direita e ataca uma suposta "agenda homossexual". O Papa já disse que, quem passa a vida a acusar a Igreja, é "amigo ou parente do Diabo".

O cardeal americano Raymond Burke não esconde o quanto detesta o Papa Francisco: gostava de o ver resignar, duvida da sua capacidade teológica e, agora, ataca uma suposta "agenda homossexual", para melhor pôr em causa o pontificado de Francisco.

Numa carta divulgada a menos de 48 horas do início do encontro, que nesta quinta-feira se inicia no Vaticano e que o Papa convocou para discutir os abusos sexuais de menores por padres, religiosos, bispos e cardeais, o americano Raymond Burke e o cardeal alemão Walter Brandmüller voltaram a atacar o bispo de Roma, dirigindo-se aos seus "irmãos, presidentes das conferências episcopais". O pretexto é só um: a abertura de Francisco em questões sexuais e morais - que estes dois cardeais ultraconservadores abominam.

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