Aldeia de Dondo ficou submersa após a passagem do ciclone Idai, que provocou deslizamentos de terras
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Do ciclone às dívidas ocultas: as quatro tragédias de Moçambique

Ciclone Idai, escândalo das dívidas ocultas, conflito com grupos armados no norte e reconciliação lenta e pouco suave entre a Frelimo (no poder) e a Renamo (maior partido da oposição) marcam a realidade de Moçambique, país da CPLP com 29,7 milhões de habitantes que tem eleições gerais marcadas para 15 de outubro.

Moçambique, país da CPLP com 29,7 milhões de habitantes, 23 mil dos quais portugueses, está de luto por causa do Idai. O ciclone destruiu grande parte da segunda maior cidade do país, Beira, em Sofala, estando o balanço final ainda por apurar.

Moçambique, país que segundo anúncio feito a 24 de fevereiro pelo pároco da catedral de Maputo, Giorgio Ferreti, será visitado ainda este ano pelo Papa Francisco, vive também um grave conflito com grupos armados radicais, de matriz islâmica, que já levou vários países a desaconselhar viagens para a zona de Cabo Delgado. Ataques já fizeram cerca de 140 mortos, há 189 acusados no banco dos réus e há jornalistas presos a denunciar atentados à liberdade de imprensa.

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