Premium Como é que se ajuda quem foge da guerra e sobrevive à viagem?

Acolhem refugiados que fugiram para a Europa. Pensavam que os problemas estavam resolvidos com a chegada, tiveram de cavar mais fundo para perceber que não.

A noite sem dormir, acordar com pesadelos, chorar sem razão aparente, automutilação, doença sem causa física. Sintomas de quem foge de países em guerra e com regimes de repressão, dramas que se prolongam durante a viagem e que não terminam com a chegada a terra segura: à Europa.

São conhecidos dos técnicos de saúde, já não as origens, a cultura e a realidade de quem os viveu. Tiveram de começar do zero, pela pergunta: como é que podemos ajudar estas pessoas?

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Adriano Moreira

O relatório do Conselho de Segurança

A Carta das Nações Unidas estabelece uma distinção entre a força do poder e o poder da palavra, em que o primeiro tem visibilidade na organização e competências do Conselho de Segurança, que toma decisões obrigatórias, e o segundo na Assembleia Geral que sobretudo vota orientações. Tem acontecido, e ganhou visibilidade no ano findo, que o secretário-geral, como mais alto funcionário da ONU e intervenções nas reuniões de todos os Conselhos, é muitas vezes a única voz que exprime o pensamento da organização sobre as questões mundiais, a chamar as atenções dos jovens e organizações internacionais, públicas e privadas, para a necessidade de fortalecer ou impedir a debilidade das intervenções sustentadoras dos objetivos da ONU.