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Advogado líder de camionistas com queixa-crime por burla

Das queixas de alegada má prática de Pedro Pardal Henriques, uma já é formal. Está no DIAP de Lisboa. Retrato do lado desconhecido do advogado que parou o país à frente de um sindicato de motoristas.

O advogado que é vice-presidente do Sindicato dos Motoristas de Matérias Perigosas tem pelo menos um processo por burla a correr contra ele no DIAP de Lisboa. O processo foi posto por um investidor francês em Portugal que se queixa de que Pedro Pardal Henriques lhe terá "ficado" com 85 mil euros que seriam para comprar uma propriedade no centro do país - além de outras quantias, mais pequenas, por serviços de consultadoria jurídica que não terão sido realizados, embora pagos.

Esta é a face menos pública do advogado que os portugueses conheceram, nos últimos dias, como um dos líderes do movimento que praticamente parou o país, na greve que provocou a rutura de combustíveis nas bombas de gasolina. Pedro Pardal Henriques, que nunca conduziu um camião embora seja líder sindical de camionistas, apareceu aos microfones e nas televisões, nomeadamente no final das longas negociações, sobrepondo-se ao próprio presidente do sindicato, Francisco São Bento, camionista de profissão.

E foi a exposição pública de Pedro Pardal Henriques que surpreendeu os que o conheceram nessa outra vida em que era um advogado de negócios. E de que não tinham as melhores memórias. "Há que denunciá-lo", disse, num mail, o empresário francês queixoso - que mantém anonimato, assim como a sua gestora de negócios, a francesa L.

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