Premium Michael Garrett: "O meu feeling é que a vida está por todo o lado na nossa galáxia e no universo"

O mais fascinante no seu trabalho, diz o astrofísico britânico, é a busca de vida extraterrestre. Até hoje, nunca se captou nenhum sinal de uma civilização num outro planeta, e por isso, defende, a busca tem de continuar.

Michael Garrett é diretor do Observatório Jodrel Bank, no Reino Unido - a primeira deteção do satélite Sputnik foi ali feita, e foi ali também que decorreu uma das monitorizações da primeira alunagem, há 50 anos -, cientista sénior do projeto SETI, para a procura de vida inteligente extraterrestre, no qual trabalha há 12 anos, e um dos promotores do SKA (Square Kilometre Array), que será o maior radiotelescópio do mundo, com antenas na Austrália e Áfricas do Sul, e começará as observações científicas em 2024. O astrofísico britânico esteve em Lisboa para participar no encontro Ciência 2019, que contou com mais de quatro mil investigadores e teve o Reino Unido como país convidado. Ao DN, Michael Garrett falou de como o SKA vai mudar a busca da vida no universo.

O que vai procurar nas observações do SKA?
Estou interessado numa série de coisas, mas o principal tema, o mais fascinante, é a procura da origem da vida.

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