Premium Missão imprevisível: vender Portugal em tempos de Brexit

Captar investimentos, ajudar exportações, manter e aumentar fluxo de turistas britânicos são o foco da missão Portugal In, presidida por Bernardo Trindade, no contexto do Brexit. Criada em 2017, com mandato até final de 2019, qual o balanço possível?

Bernardo Trindade é um homem com uma missão: ajudar a incentivar a localização de empresas em Portugal que pretendam continuar sem condicionalismos em espaço europeu após a saída do Reino Unido da União Europeia. Não é uma missão impossível. Mas é de resultado imprevisível. Porque o contexto de que depende - o Brexit - é neste momento ele próprio de desfecho impossível de prever. Apesar disso há todo um trabalho que a missão Portugal In, criada pelo governo em abril de 2017, tem vindo entretanto a desenvolver. Mas com que resultados?

"A nossa colaboração é um pouco um trabalho político de mediação de diversas estruturas da administração, para que, no final, a relação das estruturas da adminis tração com o investimento seja feita de forma mais amigável", diz ao DN, no Palácio Foz, em Lisboa, onde tem sede a Portugal In. Exemplos disso, refere, são as múltiplas reuniões de grupos de trabalho ali realizadas sobre temas como a agilização do portal da autorização de residência para investimento (vistos gold) com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e o Ministério da Administração Interna, facilitação de vistos para britânicos após a saída do Reino Unido com o MNE, remoção de obstáculos na parte do investimentos financeiros com o Banco de Portugal e a CMVM...

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