Premium Arranca a I Liga. Sem público, mais pobre e com promessa de luta feroz

Os dragões, campeões nacionais, têm apostado em equilibrar a equipa no mercado, enquanto os encarnados já investiram mais de 80 milhões de euros para melhorar a qualidade do plantel. Estes são os dois principais candidatos, mas num ano de retração financeira por causa da pandemia, leões e minhotos apostaram em reforços de baixo custo e podem surpreender.

Estão de volta as emoções do futebol com o arranque da I Liga 2020-21. É já nesta sexta-feira que se inicia a maratona de 306 jogos divididos em 34 jornadas, com uma realidade diferente motivada pela pandemia, que tirou (até ver) o público dos estádios e que originou uma quebra acentuada nas receitas dos clubes.

E se compararmos o mercado de transferências que ainda está em curso (encerra a 5 de outubro) com o do verão da época passada, verificamos que há uma quebra evidente nas vendas de jogadores, uma vez que se passou de 402 milhões de euros de encaixe dos clubes portugueses para apenas 117,5 milhões até ao momento. Também o montante gasto até ao momento em novos jogadores é mais baixo, pois os 117,5 milhões gastos até ao momento contrastam com os 142 milhões do verão passado. Um reflexo das implicações que a covid-19 está a ter no futebol.

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