Premium A tripla crise do Iraque 17 anos após a invasão dos EUA

O presidente do Iraque nomeou o ex-governador de Najaf para formar um novo governo, quando o país enfrenta uma longa crise política, que agora também passa a económica e sanitária.

Diz-se que são os vencedores da guerra quem escreve os manuais de História. No caso da invasão anglo-americana do Iraque, em 2003, a rápida vitória militar e a deposição de Saddam Hussein não esconderam o pecado original da fabricação de um móbil para a ação militar. Além dos abusos das forças ocupantes, como foi exposto no caso da prisão de Abu Ghraib, os motivos da intervenção não foram aceites por parte da população iraquiana. O clérigo xiita Moqtada al-Sadr personificou essa resistência, a qual nos últimos meses passou a receber reforçada ajuda por parte do vizinho Irão.

Passados 17 anos da Operação Choque e Pavor, iniciada no dia 20 de março, o otimismo perdeu-se algures entre as intervenções do ministro da Informação de Saddam e a declaração de George W. Bush de que a missão estava cumprida.

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