Premium Atletas ou reformados, são os nossos supermédicos de família

Hugo Gaspar divide-se entre a alta competição e a medicina. António Branco está disposto a trabalhar após a aposentação. Fabrizio Cossutta trocou Itália por Portugal. E Joana Pessoa recusa deixar o interior do país.

Atendem um número desadequado de utentes, cada vez mais envelhecidos e com várias doenças, e perdem demasiado tempo com burocracias e tecnologias, que lhes roubam a atenção que gostariam de dar aos doentes. Atualmente, há 5668 médicos de família a exercer nos centros de saúde em Portugal. Embora o número de utentes sem médico atribuído tenha vindo a baixar, ainda existem cerca de 750 mil pessoas à espera, de acordo com o bilhete de identidade da reforma dos cuidados de saúde primários.

Na véspera do Dia Mundial do Médico de Família, que se celebra neste domingo, damos-lhe a conhecer quatro histórias de profissionais que fazem a diferença no Serviço Nacional de Saúde (SNS). Trabalham em contextos diferentes e enfrentam desafios distintos, mas têm em comum o amor por uma especialidade que lhes permite ver pessoas doentes e saudáveis, ter um contacto próximo com os utentes e acompanhá-los ao longo da vida.

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