Premium Conselho Nacional do PSD: 68 será o número mágico

São 135 os conselheiros nacionais do PSD com direito a voto: é preciso metade para decidir se passa ou não a moção de confiança que Rio pediu. Por voto secreto ou de braço no ar? No final, pode ser a justiça a decidir.

"Espero que Paulo Mota Pinto decida." É para o presidente do Conselho Nacional, que já foi juiz do Tribunal Constitucional (TC), que um membro da direção do PSD remete a decisão de como irá ser votada a moção de confiança a Rui Rio, no já considerado "histórico" Conselho Nacional de hoje, no Porto (Hotel Sheraton).

Entre os membros da direção do PSD há também leituras diferentes do regulamento do Conselho Nacional do PSD, o qual, no artigo 13.º estipula em que situação o voto deverá ser "secreto". Há quem leia que basta um décimo dos membros do Conselho Nacional presentes a requerer essa prerrogativa para que seja "obrigatória", mas há quem tenha dúvidas de que assim seja. Isto porque a alínea diz: "Far-se-ão por escrutínio secreto: as deliberações em que tal seja solicitado, a requerimento de pelo menos um décimo dos membros do Conselho Nacional presentes." Ora, um "requerimento", dizem, terá de ser sujeito a votação.

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