Exclusivo O fundo incerto das almas

As águas do Douro vão torcendo as luzes citadinas em caprichos de correntes, é quase meia-noite e as gaivotas gritam de goelas viradas à lua. Nunca soube porque gritam as gaivotas.

Não sei o que procuram ou do que fogem, se buscam o silêncio ou vão ali pregar aos peixes. Talvez rezem, talvez sonhem.

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