Premium Uns ficaram, outros saíram. Como está o caso dos jogadores que rescindiram após o ataque à Academia

Bas Dost, Bruno Fernandes e Battaglia acionaram justa causa para sair do Sporting, mas negociaram o regresso. William foi transferido, Patrício chegou a acordo através do Wolves. Processo de Gelson foi resolvido na terça-feira, enquanto Rafael Leão, Podence e Rúben Ribeiro ainda estão entre a FIFA e o Tribunal Arbitral do Desporto.

No dia 15 de maio de 2018, um grupo de adeptos, descontentes com os maus resultados da equipa do Sporting, invadiu a Academia, em Alcochete, e agrediu jogadores e técnicos. Resultado? Pelo menos nove jogadores invocaram justa causa para rescindir o contrato de forma unilateral com os leões. Três acabaram por regressar (Bas Dost, Bruno Fernandes e Battaglia), um negociou a saída (William Carvalho), outro chegou a acordo depois de assinar por outro clube (Rui Patrício), outro chegou a acordo na véspera do aniversário dos acontecimentos (Gelson Martins) e três e os respetivos clubes ainda têm processos às costas (Podence, Rafael Leão e Rúben Ribeiro).

A Comissão Arbitral Paritária da Liga de Clubes reconheceu razão aos jogadores nas rescisões por justa causa "para efeitos meramente desportivos". Ou seja, para poderem assinar novos vínculos, mas não impede ambas as partes de pedir compensações financeiras. Os processos seguem na FIFA e no Tribunal Arbitral do Desporto (TAD), sendo que o Sporting chegou a apresentar pedidos de indemnização no valor de 242 milhões de euros. Para já, só recebeu 14 milhões do acordo com o Wolves por Patrício e 22,5 milhões do Atlético por Gelson. Contactado o clube lembrou ao DN que não havia "nada a acrescentar ao que já era público".

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