Premium As 75 vitórias de Hamilton e outras curiosidades em mil corridas de Fórmula 1

O britânico pentacampeão do mundo ganhou a histórica prova na China. Mas sabe quantos quilómetros já se correram em mil Grandes Prémios da F1? E quantas provas houve em Portugal?

A corrida n.º 1000 da história do Mundial de Fórmula 1 ficou assinalada como um marco também na carreira do grande nome atual da competição, o pentacampeão Lewis Hamilton, que conquistou no circuito de Xangai, na China, a 75.ª vitória em Grandes Prémios. O segundo triunfo consecutivo da temporada permite ao britânico chegar ao topo da classificação de pilotos pela primeira vez nesta época, ao fim de três corridas, e continuar a perseguição histórica ao único nome que lhe resiste, ainda, na F1: o alemão Michael Schumacher, que ganhou 91 corridas e sete títulos mundiais.

Com a terceira dobradinha consecutiva a abrir a temporada de 2019, também a Mercedes reforçou neste Grande Prémio da China o seu legado na Fórmula 1. A construtora alemã igualou a McLaren no segundo lugar desse ranking histórico, com a 47.ª vez em que os seus pilotos acabaram uma corrida nos dois primeiros lugares (1-2), mas longe ainda das 83 da Ferrari. Ora, uma abertura de época assim tão dominante por parte de uma equipa já não era vista desde 1992, quando Nigel Mansell e Ricardo Patrese dominavam o ritmo do pelotão com os seus Williams-Renault.

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Os aspirantes a populistas

O medo do populismo é tão grande que, hoje em dia, qualquer frase, ato ou omissão rapidamente são associados a este bicho-papão. E é, de facto, um bicho-papão, mas nem tudo ou todos aqueles a quem chamamos de populistas o são de facto. Pelo menos, na verdadeira aceção da palavra. Na semana em que celebramos 45 anos de democracia em Portugal, talvez seja importante separarmos o trigo do joio. E percebermos que há políticos com quem podemos concordar mais ou menos e outros que não passam de reles cópias dos principais populistas mundiais, que, num fenómeno de mimetismo - e de muito oportunismo -, procuram ocupar um espaço que acreditam estar vago entre o eleitorado português.