Premium O trabalho dá que pensar. No Jardim Botânico Tropical vão procurar-se respostas

Durante três dias o encontro anual da Fundação Francisco Manuel dos Santos vai lançar a discussão sobre o que é o trabalho, a sua evolução e os seus desafios. Cientistas, economistas, artistas e jornalistas vão dar as suas opiniões.

Os cinco hectares do Jardim Botânico Tropical de Lisboa recebem até domingo um festival de verão diferente: nos três palcos que ali nasceram em vez de música vai ouvir-se falar de trabalho e das suas transformações ao longo dos anos.

O Trabalho Dá Que Pensar é o mote do encontro anual promovido pela Fundação Francisco Manuel dos Santos. Iniciativa que começa na noite desta sexta-feira, com uma intervenção de Jaime Gama (presidente do conselho de administração e da comissão executiva da Fundação Francisco Manuel dos Santos) e acabará na noite de domingo. Durante estes dias, pelos palcos erguidos nos relvados do jardim onde a flora tropical reina, especialistas nacionais e internacionais vão falar sobre o trabalho, em várias áreas, e a forma como mudou, muda e pode mudar as nossas vidas.

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Ferreira Fernandes

A Europa, da gasolina lusa ao palhaço ucraniano

Estamos assim, perdidos algures entre as urnas eleitorais e o comando da televisão. As urnas estão mortas e o nosso comando não é nenhum. Mas, ao menos, em advogado de Maserati que conduz sindicalistas podíamos não ver matéria de gente rija como cornos. Matéria perigosa, sim. Em Portugal como mais a leste. Segue o relato longínquo para vermos perto.Ontem, defrontaram-se os dois candidatos a presidir a Ucrânia. Não é assunto irrelevante apesar de vivermos no outro extremo da Europa. Afinal, num canto ainda mais a leste daquele país há uma guerra civil meio instigada pelos russos - e hoje sabemos, como não sabíamos ainda há pouco, que as guerras de anteontem podem voltar.