Premium Eleições na Finlândia: o que há para discutir no país mais feliz do mundo?

Finlandeses decidem neste domingo quem ocupará os 200 lugares do Parlamento do seu país. Daí sairá o governo, provavelmente de coligação, como já é hábito. Resta saber se vira à esquerda ou à direita. E se mantém as condições para ser o mais feliz.

Pelo segundo ano consecutivo, a Finlândia arrecadou, em 2019, o primeiro lugar no pódio dos países mais felizes do mundo. O ranking resulta de um estudo levado a cabo pela Gallup e analisa seis fatores: rendimento per capita, segurança social, esperança média de vida, liberdade de fazer escolhas, generosidade e níveis de corrupção.

De acordo com o relatório deste ano, a Finlândia conseguiu boas pontuações em todos os itens, mas revelou-se particularmente forte na generosidade: cerca de metade dos finlandeses fazem voluntariado regularmente ou donativos para instituições de solidariedade social.

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Os aspirantes a populistas

O medo do populismo é tão grande que, hoje em dia, qualquer frase, ato ou omissão rapidamente são associados a este bicho-papão. E é, de facto, um bicho-papão, mas nem tudo ou todos aqueles a quem chamamos de populistas o são de facto. Pelo menos, na verdadeira aceção da palavra. Na semana em que celebramos 45 anos de democracia em Portugal, talvez seja importante separarmos o trigo do joio. E percebermos que há políticos com quem podemos concordar mais ou menos e outros que não passam de reles cópias dos principais populistas mundiais, que, num fenómeno de mimetismo - e de muito oportunismo -, procuram ocupar um espaço que acreditam estar vago entre o eleitorado português.