Premium Dois dias, dois tiros no porta-aviões. Afinal os EUA não são imbatíveis no basquetebol

A seleção norte-americana, privada das suas maiores estrelas, foi derrotada por França e Sérvia no Mundial da China, e vai registar a sua pior classificação de sempre. No passado também houve fracassos. E bem mais dolorosos.

Os gigantes também se abatem. Nesta semana, o mundo do desporto assistiu a uma das maiores surpresas dos últimos anos no basquetebol - em pleno Mundial da modalidade, que se realiza na China, a poderosa seleção dos Estados Unidos foi derrotada pela França (89-79) e caiu nos quartos-de-final da competição, falhando a revalidação do título que conquistou nas duas últimas edições. Como um mal nunca vem só, nesta quinta-feira foram novamente derrotados, pela Sérvia (94-89), e já só podem ser sétimos classificados, ou seja, a pior classificação de sempre da maior potência mundial do basquetebol - supera o sexto lugar de 2002.

O espanto é perfeitamente justificável, pois há 13 anos (!) que os EUA não perdiam um jogo oficial de basquetebol (foram derrotados pela Austrália, em vésperas do Mundial, mas numa partida particular). E no espaço de apenas dois dias encaixaram derrotas. Algo nunca visto, e que não pode ser apenas justificado com as ausências de algumas das suas maiores estrelas, casos de LeBron James, Stephen Curry, James Harden e Kevin Durant, que preferiram focar-se nos treinos para a próxima temporada da NBA, temendo lesões e pressões das próprias equipas.

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