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O senhor Simões diz que até é contra e tal, mas que, em alguns casos, francamente, a pena de morte...

O relojoeiro acena que sim, às vezes é o melhor...

Discute-se o homicídio do Montijo, indignação, repúdio, asco, o snack bar está ao rubro. Mantenho-me calado e tiro notas.

A dona Aida ainda lança da porta da cozinha: era fazer-lhes o mesmo! À martelada, se é o que eles gostam!

Só o jovem, que finge ler um livrinho na mesa do canto, arrisca a dissensão: ó senhor Simões, a morte não paga a morte.

Os ombros encolhem-se, pois, enfim, vá, uma prisão perpétua.

E terminamos sossegados as iscas e o frango à passarinho. Não morreu ninguém e amanhã há mais, é o Facebook aqui do bairro.

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Nuno Artur Silva

Notícias da frente da guerra

Passaram cem anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Foi a data do Armistício assinado entre os Aliados e o Império Alemão e do cessar-fogo na Frente Ocidental. As hostilidades continuaram ainda em outras regiões. Duas décadas depois, começava a Segunda Guerra Mundial, "um conflito militar global (...) Marcado por um número significativo de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, resultando entre 50 e mais de 70 milhões de mortes" (Wikipédia).