Premium "Nunca sei se me sinto injustiçada por ser mulher ou por ser negra"

Aos 19 anos, criou um movimento feminista na sua universidade e está a organizar uma conferência com a participação de enviados da ONU. É o He for She (ele por ela) Nova. E ela é Dussu Djabula.

"Os teus pais estavam bem quando te deram esse nome?"

A pergunta foi-lhe feita por um orador numa palestra a que assistia. A reação dos presentes dividiu-se: "Tendo em conta a sensibilidade cultural em geral, a maioria riu-se. Só alguns começaram a reclamar." Ela, conta, ficou triste. "Fico a meditar sobre estas coisas. As pessoas acham que já não existe racismo. Mas vejo, por exemplo, que ficam chocadas com as minhas notas - por serem boas. E acham que sou especial porque "não sou como os outros"."

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