Premium Os nove leões que rescindiram: quem volta, quem já saiu e quem ainda não sabe

Quase dois meses depois do que se passou em Alcochete e das rescisões que começaram a chegar a 1 de junho, Bruno de Carvalho saiu, as eleições foram marcadas e apenas um futebolista aceitou regressar

O mundo leonino começou a desabar a 15 de maio com o ataque a Alcochete, mas alguns alicerces caíram mesmo quando a primeira carta, assinada por Rui Patrício, chegou a 1 de junho. Depois chegaram mais oito, devidamente rubricadas pelos jogadores com mais mercado. De lá para cá saiu Bruno de Carvalho e voltou Bruno Fernandes, o principal alvo da atual SAD, nas palavras de Sousa Cintra, no que respeita a regressos. Rui Patrício e Daniel Podence saíram para o Wolverhampton e para o Olympiacos, respetivamente, sem que se conheça qualquer acordo com o Sporting. Aliás, Sousa Cintra disse no dia 3 de junho, na SIC, que Bruno Fernandes e Podence iam regressar e que o Sporting iria receber os milhões do Wolverhampton. Afinal, destas três garantias apenas uma se concretizou, o que pode indiciar algum mal-estar com Jorge Mendes, representante de Podence e agente que mediou a aquisição de Patrício por parte do clube inglês.

Estão por resolver seis casos, veremos se mais algum regressa a Alvalade.

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Ferreira Fernandes

A Europa, da gasolina lusa ao palhaço ucraniano

Estamos assim, perdidos algures entre as urnas eleitorais e o comando da televisão. As urnas estão mortas e o nosso comando não é nenhum. Mas, ao menos, em advogado de Maserati que conduz sindicalistas podíamos não ver matéria de gente rija como cornos. Matéria perigosa, sim. Em Portugal como mais a leste. Segue o relato longínquo para vermos perto.Ontem, defrontaram-se os dois candidatos a presidir a Ucrânia. Não é assunto irrelevante apesar de vivermos no outro extremo da Europa. Afinal, num canto ainda mais a leste daquele país há uma guerra civil meio instigada pelos russos - e hoje sabemos, como não sabíamos ainda há pouco, que as guerras de anteontem podem voltar.

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Marisa Matias

Greta Thunberg

A Antonia estava em Estrasburgo e aproveitou para vir ao Parlamento assistir ao discurso da Greta Thunberg, que para ela é uma heroína. A menina de 7 ou 8 anos emocionou-se quando a Greta se emocionou e não descolou os olhos enquanto ela falava. Quando, no final do discurso, se passou à ronda dos grupos parlamentares, a Antonia perguntou se podia sair. Disse que tinha entendido tudo o que a Greta tinha dito, mas que lhe custava estar ali porque não percebia nada do que diziam as pessoas que estavam agora a falar. Poucos minutos antes de a Antonia ter pedido para sair, eu tinha comentado com a minha colega Jude, com quem a Antonia estava, que me envergonhava a forma como os grupos parlamentares estavam a dirigir-se a Greta.

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Margarida Balseiro Lopes

O governo continua a enganar os professores

Nesta semana o Parlamento debateu as apreciações ao decreto-lei apresentado pelo governo, relativamente à contagem do tempo de carreira dos professores. Se não é novidade para este governo a contestação social, também não é o tema da contagem do tempo de carreira dos professores, que se tem vindo a tornar um dos mais flagrantes casos de incompetência política deste executivo, com o ministro Tiago Brandão Rodrigues à cabeça.