Premium "Conheço mulheres que desistiram de correr por causa do assédio que sofriam"

Segundo uma sondagem da World Runners, cerca de 43% das mulheres que fazem corrida já foram alvo de algum tipo de assédio, por comparação com 4% dos homens. No sábado, uma mulher, cientista e mãe de dois filhos, foi assassinada durante o seu jogging matinal, no Texas, nos EUA. Um desfecho extremo e raro, mas que é expressão de um problema que afeta mulheres corredoras em todo o mundo. E em Portugal?

Também. Diana Fernandes, responsável pelas Women Runners Portugal e membro da equipa de embaixadores dos ASICS FrontRunner Portugal, diz mesmo que conhece mulheres que deixaram de treinar por causa do assédio que sofriam.

"Seja numa sala de cardiofitness ou na rua quando vão correr, as mulheres estão expostas a este tipo de constrangimentos. Já presenciei situações de mulheres que estavam a treinar na sala de musculação e evitavam ir às zonas do peso livre (onde estão as barras e os halteres) porque estavam lá homens que faziam comentários inapropriados", diz Diana, que pratica corrida e triatlo na zona de Lisboa.

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