Premium Violência sobre mulheres, racismo e pobreza. Os direitos humanos que Portugal não respeita

Em Portugal, afrodescendentes e ciganos são os principais alvos de discriminação. 2018 foi ano em que as mulheres ativistas estiveram na linha da frente na defesa dos seus direitos.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos faz nesta segunda-feira 70 anos. Mas a Amnistia Internacional Portugal alerta: ainda há direitos que não podem ser comemorados em Portugal. Desigualdades no acesso à habitação, problemas de integração de refugiados e diferentes formas de discriminação persistem - às mulheres e à população de origem africana.

"No ano que ainda decorre, persistiram desigualdades no acesso a uma habitação condigna, problemas na integração de requerentes e beneficiários de proteção internacional e diferentes formas de discriminação de pessoas e comunidades mais vulneráveis", diz um relatório da Amnistia Internacional Portugal.

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