Premium Natalie Portman: "Neste filme arrisquei imenso, mas nunca tive tanta liberdade"

Estreia-se amanhã um dos mais provocantes títulos do ano. Chama-se Vox Lux e é um filme-choque de Brady Corbet, com Natalie Portman a fazer de insuportável pop star americana. Uma entrevista com a atriz e o realizador.

"A Madonna vive em Lisboa!? Nem acredito! Que interessante... É por causa do filho? Tão fixe...", diz-nos Natalie Portman mal chega à ronda de entrevistas do filme de Brady Corbet, o perturbante Vox Lux, um dos mais intrigantes filmes independentes americanos que vamos ver em 2019. Corbet, que está ao seu lado, dá corda ao fascínio lisboeta: "Come-se tão bem lá. Amo Lisboa!"

Em Vox Lux, Portman interpreta uma cantora pop de música eletrónica para adolescentes, uma espécie de Miley Cyrus. Ela canta, dança e comporta-se como uma estrela diva cheia de tiques. Uma interpretação tão em modo de tour de force que terá ficado à porta das honrarias da temporada dos prémios.

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Ferreira Fernandes

A Europa, da gasolina lusa ao palhaço ucraniano

Estamos assim, perdidos algures entre as urnas eleitorais e o comando da televisão. As urnas estão mortas e o nosso comando não é nenhum. Mas, ao menos, em advogado de Maserati que conduz sindicalistas podíamos não ver matéria de gente rija como cornos. Matéria perigosa, sim. Em Portugal como mais a leste. Segue o relato longínquo para vermos perto.Ontem, defrontaram-se os dois candidatos a presidir a Ucrânia. Não é assunto irrelevante apesar de vivermos no outro extremo da Europa. Afinal, num canto ainda mais a leste daquele país há uma guerra civil meio instigada pelos russos - e hoje sabemos, como não sabíamos ainda há pouco, que as guerras de anteontem podem voltar.

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Greta Thunberg

A Antonia estava em Estrasburgo e aproveitou para vir ao Parlamento assistir ao discurso da Greta Thunberg, que para ela é uma heroína. A menina de 7 ou 8 anos emocionou-se quando a Greta se emocionou e não descolou os olhos enquanto ela falava. Quando, no final do discurso, se passou à ronda dos grupos parlamentares, a Antonia perguntou se podia sair. Disse que tinha entendido tudo o que a Greta tinha dito, mas que lhe custava estar ali porque não percebia nada do que diziam as pessoas que estavam agora a falar. Poucos minutos antes de a Antonia ter pedido para sair, eu tinha comentado com a minha colega Jude, com quem a Antonia estava, que me envergonhava a forma como os grupos parlamentares estavam a dirigir-se a Greta.

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Margarida Balseiro Lopes

O governo continua a enganar os professores

Nesta semana o Parlamento debateu as apreciações ao decreto-lei apresentado pelo governo, relativamente à contagem do tempo de carreira dos professores. Se não é novidade para este governo a contestação social, também não é o tema da contagem do tempo de carreira dos professores, que se tem vindo a tornar um dos mais flagrantes casos de incompetência política deste executivo, com o ministro Tiago Brandão Rodrigues à cabeça.