Premium Ensino superior. PSD propõe carreira única de docência e investigação

Os sociais-democratas avançam nesta quarta-feira com as propostas para o ensino superior. Defendem uma carreira única para docentes e investigadores, o reforço da autonomia das instituições e um novo modelo de financiamento, mais residências universitárias e o aumento das bolsas de estudo.

É "uma estratégia para a década" que o PSD propõe nesta quarta-feira para o ensino superior. Os sociais-democratas defendem uma carreira única de docência e investigação, como peça fundamental na luta contra a precariedade, na promoção do emprego científico e a na renovação geracional das instituições.

O documento elaborado pelo conselho estratégico do partido, e coordenado pela antiga ministra do Ensino Superior Graça Carvalho, defende também um novo modelo de financiamento das instituições deste grau de ensino. É preconizada a elaboração de um plano nacional abrangente e consensualizado entre os parceiros para o ensino superior, a ciência e a inovação. É proposta a criação de um programa-quadro plurianual, estável e transparente, com prioridades, níveis de financiamento e metas bem definidas.

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Ferreira Fernandes

A Europa, da gasolina lusa ao palhaço ucraniano

Estamos assim, perdidos algures entre as urnas eleitorais e o comando da televisão. As urnas estão mortas e o nosso comando não é nenhum. Mas, ao menos, em advogado de Maserati que conduz sindicalistas podíamos não ver matéria de gente rija como cornos. Matéria perigosa, sim. Em Portugal como mais a leste. Segue o relato longínquo para vermos perto.Ontem, defrontaram-se os dois candidatos a presidir a Ucrânia. Não é assunto irrelevante apesar de vivermos no outro extremo da Europa. Afinal, num canto ainda mais a leste daquele país há uma guerra civil meio instigada pelos russos - e hoje sabemos, como não sabíamos ainda há pouco, que as guerras de anteontem podem voltar.

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Marisa Matias

Greta Thunberg

A Antonia estava em Estrasburgo e aproveitou para vir ao Parlamento assistir ao discurso da Greta Thunberg, que para ela é uma heroína. A menina de 7 ou 8 anos emocionou-se quando a Greta se emocionou e não descolou os olhos enquanto ela falava. Quando, no final do discurso, se passou à ronda dos grupos parlamentares, a Antonia perguntou se podia sair. Disse que tinha entendido tudo o que a Greta tinha dito, mas que lhe custava estar ali porque não percebia nada do que diziam as pessoas que estavam agora a falar. Poucos minutos antes de a Antonia ter pedido para sair, eu tinha comentado com a minha colega Jude, com quem a Antonia estava, que me envergonhava a forma como os grupos parlamentares estavam a dirigir-se a Greta.

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Margarida Balseiro Lopes

O governo continua a enganar os professores

Nesta semana o Parlamento debateu as apreciações ao decreto-lei apresentado pelo governo, relativamente à contagem do tempo de carreira dos professores. Se não é novidade para este governo a contestação social, também não é o tema da contagem do tempo de carreira dos professores, que se tem vindo a tornar um dos mais flagrantes casos de incompetência política deste executivo, com o ministro Tiago Brandão Rodrigues à cabeça.