Premium Crónicas ilustradas (3): design - utopia ou esquecimento?

Art Bilger, especialista da Wharton School of Business da Universidade da Pensilvânia e capitalista de risco, revela num estudo recente que as taxas de perda de emprego, nos próximos 25 anos, serão cada vez mais elevadas porque 47% dos empregos possíveis serão "corrompidos" pela automação. "Nenhum governo está preparado", escreve a The Economist. Corrompidos? Não será antes uma oportunidade?

Quem serão os primeiros a olhar para esta corrupção de empregos? Quem terá a destreza de ver, neste novo rumo que levamos, as possibilidades de criar, inovar, inventar e designar os novos caminhos?

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Adriano Moreira

O relatório do Conselho de Segurança

A Carta das Nações Unidas estabelece uma distinção entre a força do poder e o poder da palavra, em que o primeiro tem visibilidade na organização e competências do Conselho de Segurança, que toma decisões obrigatórias, e o segundo na Assembleia Geral que sobretudo vota orientações. Tem acontecido, e ganhou visibilidade no ano findo, que o secretário-geral, como mais alto funcionário da ONU e intervenções nas reuniões de todos os Conselhos, é muitas vezes a única voz que exprime o pensamento da organização sobre as questões mundiais, a chamar as atenções dos jovens e organizações internacionais, públicas e privadas, para a necessidade de fortalecer ou impedir a debilidade das intervenções sustentadoras dos objetivos da ONU.