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800 milhões de euros por ano. Este é o valor mais alto das várias e contraditórias previsões feitas ao longo do tempo por António Costa e Mário Centeno sobre o aumento da despesa fixa, no Orçamento do Estado, caso fosse regularizada, na totalidade, a contagem do tempo de serviço dos professores e das restantes 15 carreiras especiais da função pública.

Faço a conta, simples, e divido os cerca de seis mil milhões de euros metidos pelo Estado na banca falida - à espera de um dia serem totalmente recuperados com juros, o que é, desconfio, duvidoso - com a eventual despesa da regularização das carreiras dos professores, magistrados, militares, oficiais de justiça, técnicos de diagnóstico e todos os outros.

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