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Aeroporto do Montijo. Comércio espera mais negócio, população quer ver para crer

Barcos de hora a hora, às vezes mais. Só às horas de ponta a espera diminui. Autocarros nem sempre ajustados aos horários do barco. Queixas são de Maria Freire da Flor do Cais, no Montijo, confiante que o novo aeroporto aumente a clientela. Acordo para o início das obras é assinado nesta terça-feira.

"Estamos a contar que o negócio melhore bastante. A loja [no cais do Seixalinho, de onde parte o catamarã para o Cais do Sodré] está um bocadinho afastada do Montijo e, com o novo aeroporto, espero que isto comece a ter mais gente." A expectativa é expressa por Maria Freire, 40 anos, funcionária da Flor do Cais, comércio de flores e plantas e que na vitrina ostenta o slogan: "Montijo, a capital da Flor". "É verdade, é a capital da flor por causa das estufas, a Madeira tem muitas flores mas não tem produção. A nossa empresa é a Florineve - Produção e Comercialização de Flores - e fornece três floristas no Funchal, todas as semanas mandamos flores para lá", explica a mulher. A empresa para a qual trabalha funciona há 25 anos e é apenas uma entre muitas que partilham a ideia de que o novo aeroporto poderá trazer mais negócio para quem opera nesta cidade da margem sul do Tejo.

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A Europa, da gasolina lusa ao palhaço ucraniano

Estamos assim, perdidos algures entre as urnas eleitorais e o comando da televisão. As urnas estão mortas e o nosso comando não é nenhum. Mas, ao menos, em advogado de Maserati que conduz sindicalistas podíamos não ver matéria de gente rija como cornos. Matéria perigosa, sim. Em Portugal como mais a leste. Segue o relato longínquo para vermos perto.Ontem, defrontaram-se os dois candidatos a presidir a Ucrânia. Não é assunto irrelevante apesar de vivermos no outro extremo da Europa. Afinal, num canto ainda mais a leste daquele país há uma guerra civil meio instigada pelos russos - e hoje sabemos, como não sabíamos ainda há pouco, que as guerras de anteontem podem voltar.

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O governo continua a enganar os professores

Nesta semana o Parlamento debateu as apreciações ao decreto-lei apresentado pelo governo, relativamente à contagem do tempo de carreira dos professores. Se não é novidade para este governo a contestação social, também não é o tema da contagem do tempo de carreira dos professores, que se tem vindo a tornar um dos mais flagrantes casos de incompetência política deste executivo, com o ministro Tiago Brandão Rodrigues à cabeça.