Premium Para acabar com o cinema português

Para onde vai o cinema português? O contágio telenovelesco e a ausência de uma política global de produção são coordenadas de uma situação dramática.

Ver "todos" os filmes que são lançados no mercado nunca foi um princípio definidor de qualquer trabalho crítico. Por uma razão muito prática: não é possível. Nos últimos anos, tal impossibilidade foi-se transfigurando através de transformações que o próprio mercado tem imposto aos consumidores.

Dito de outro modo: a avalancha de estreias nas salas escuras (é rara a semana em que não há, pelo menos, uma dezena de novos títulos) passou a fazer parte de uma estratégia empresarial dominante que, mesmo não o confessando, privilegia a vida comercial dos filmes nas plataformas televisivas ou de streaming.

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