Premium 'A Favorita': três mulheres, muitas intrigas e dez nomeações aos Óscares

Estreia-se nesta quinta-feira em Portugal A Favorita, drama histórico de Yorgos Lanthimos sobre as relações da rainha Ana de Inglaterra com duas mulheres.

Em 1708, Inglaterra está em guerra com a França mas a rainha Ana parece mais interessada em corridas de patos e em brincar com os seus 17 coelhinhos (cada um deles representando um filho que perdeu) do que em governar o seu reino. O seu desinteresse permite a interferência nos assuntos da governação de Sarah Churchill, duquesa de Marlborough, confidente e conselheira da rainha e uma das pessoas mais poderosas na corte. Mas a situação altera-se com a chegada de Abigail Hill, jovem prima de Sarah, que vem à procura de emprego e logo cai nas boas graças da soberana. O lugar de favorita da rainha é disputado pelas duas mulheres. Esta é também uma luta pelo poder. E por um lugar na cama de Ana.

A história verdadeira deu origem a A Favorita, drama histórico (e com muito humor negro) de Yorgos Lanthimos, protagonizado por Olivia Colman (que faz a rainha Ana), Rachel Weisz (Sarah) e Emma Stone (Abigail). Os portugueses podem vê-lo nos cinemas a partir desta quinta-feira e descobrir porque é que esta coprodução entre Irlanda, Reino Unido e Estados Unidos está nomeada para dez Óscares, para além dos muitos outros prémios que já ganhou ou para os quais esteve indicada.

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É procurador no Tribunal de Cascais há 25 anos. Escolheu sempre a área de família e menores. Hoje ainda se choca com o facto de ser uma das áreas da sociedade em que não se investe muito, quer em meios quer em estratégia. Por isso, defende que ainda há situações em que o Estado deveria intervir, outras que deveriam mudar. Tudo pelo superior interesse da criança.