Premium Há 17 portugueses entre os investigadores mais citados do mundo. Neste ano quase duplicaram

A lista já saiu. Entre os seis mil investigadores de todo o mundo, cujo trabalho maior influência tem nas respetivas áreas científicas, há 17 que são portugueses, ou estão a trabalhar em Portugal. É quase o dobro do ano passado.

Nuno Peres, sem surpresa. Pelo quinto ano consecutivo, o físico e professor catedrático da Universidade do Minho, que desde 2004 faz investigação sobre o grafeno (uma forma bidimensional de carbono com potenciais aplicações na eletrónica e noutras áreas), é o cientista português com o maior número de citações do seu trabalho a nível mundial. Ou seja, é o um dos mais influentes do mundo na sua área.

A lista dos cientistas mais citados em 2018 já saiu e há uma boa surpresa: o número de portugueses - ou a trabalhar em Portugal - no grupo dos mais influentes mais do que duplicou em relação aos anos anteriores.

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Elizabeth Warren tem um plano

Donald Trump continua com níveis baixos de aprovação nacional, mas capacidade muito elevada de manter a fidelidade republicana. A oportunidade para travar a reeleição do mais bizarro presidente que a história recente da América revelou existe: entre 55% e 60% dos eleitores garantem que Trump não merece segundo mandato. A chave está em saber se os democratas vão ser capazes de mobilizar para as urnas essa maioria anti-Trump que, para já, é só virtual. Em tempos normais, o centrismo experiente de Joe Biden seria a escolha mais avisada. Mas os EUA não vivem tempos normais. Kennedy apontou para a Lua e alimentava o "sonho americano". Obama oferecia a garantia de que ainda era possível acreditar nisso (yes we can). Elizabeth Warren pode não ter ambições tão inspiradoras - mas tem um plano. E esse plano da senadora corajosa e frontal do Massachusetts pode mesmo ser a maior ameaça a Donald Trump.