Premium Morricone, Williams e Zimmer ou o poder das grandes bandas sonoras

O compositor Ennio Morricone apresenta-se em Lisboa esta segunda-feira. Mas entre Guerra das Estrelas (John Williams) e O Rei Leão (Hans Zimmer) há mais bandas sonoras por aí.

Basta ouvir aquele assobio. E de repente somos transportados para uma terra com sol e sem lei onde os bons, os maus e os vilões têm a pistola sempre pronta a disparar. Esse é o poder das grandes bandas sonoras. "São obras que vivem por si só mas que, para quem viu os filmes, trazem consigo todo um imaginário", explica o músico Pedro Janela. No caso de O Bom, o Mau e o Vilão (1966), o filme de Sergio Leone, é quase impossível imaginar como seria aquela história sem a música de Ennio Morricone. Mas quem quiser ter a experiência da música e imaginar o resto tem uma oportunidade única: é correr para apanhar os últimos bilhetes disponíveis para o concerto 60 Years of Music, nesta segunda-feira, na Altice Arena, em Lisboa, no qual o próprio Morricone conduz a orquestra e o coro que interpretam alguns dos seus temas mais conhecidos.

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