Premium Ser ou não ser George Clooney

Em tempos não muito remotos, as mais variadas entidades do nosso espaço mediático, a começar pelos canais de televisão, davam o devido destaque às galas anuais do American Film Institute (AFI), homenageando os melhores de Hollywood. O paradigma mudou: por vezes, temos mesmo a sensação de que há quem pense (ou queira fazer acreditar) que, além dos super-heróis da Marvel e dos desenhos animados da Disney, nada de mais acontece no cinema americano...

Pois bem, George Clooney foi a personalidade homenageada pelo AFI na sua 46.ª gala (a primeira, dedicada a John Ford, realizou-se em 1973), difundida nos EUA, no dia 21 de junho, pelo TNT. Tendo em conta os relatos jornalísticos e as imagens disponíveis no YouTube, o menos que se pode dizer da cerimónia é que a pluralidade do seu talento - bem como o seu envolvimento em causas humanitárias, incluindo as tentativas de resolução do conflito do Darfur, sobre o qual produziu o documentário Sand and Sorrow (2007) - foi sublinhada pelos que subiram ao palco, incluindo Alma Clooney, sua mulher, Shirley MacLaine, Cate Blanchett, Laura Dern, Jimmy Kimmel e Bill Murray. Entre as contribuições excecionais, registe-se um vídeo enviado por Barack Obama e a atuação de Miley Cyrus, que presenteou a assistência com uma enérgica interpretação de Man of Constant Sorrow, canção tradicional do Kentucky (o estado onde Clooney nasceu, na cidade de Lexington, a 6 de maio de 1961).

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