Premium Sorria, está a ser filmado pela China

Os números não são oficiais, mas em 2018 a China teria já instaladas 170 milhões de câmaras de videovigilância. O objetivo seria chegar a 400 milhões. Em Macau, Pequim ou Xangai, os três locais visitados nesta semana pelo Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, é difícil fugir.

Quem sai de um avião, acabado de aterrar em Pequim, não estranha. Elas estão lá, mas não são ostensivas. Fixadas e pintadas de branco, para se confundirem com a estrutura de metal que suporta o teto, se ninguém as procurar com os olhos, elas também não "dizem" nada. Mas, à medida que nos vamos aproximando do controlo de passaportes, elas começam a impor a sua presença.

Na máquina, que nos dá a senha com o OK que permite entrar em território chinês, está uma, apontada na nossa direção. Faz sentido. Na primeira de várias passagens pela fronteira, elas perfilam-se ao longo do corredor por onde estão a passar os passageiros vindos de todo o mundo. Aos comandos, estão dois ou três guardas, que não tiram os olhos dos monitores - sabe-se lá o que estarão a ver.

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