Premium O que levar na mala para Pequim, em 2019?

A visita oficial do presidente Xi Jinping já é uma vitória para Portugal, seja no campo político e diplomático, seja no económico. Desde 2010 que Portugal não recebia um presidente da República Popular da China. Esta visita, que está a decorrer até hoje, quarta-feira, acontece em vésperas de serem celebrados os 40 anos desde que foram retomadas as relações diplomáticas entre os dois países.

Entre os muitos temas que Xi Jinping traz na agenda, destaco o ambicioso e estratégico projeto Uma Faixa, Uma Rota. Portugal vai aderir a essa iniciativa, que na prática é uma estratégia internacional de iniciativa chinesa com vista à construção de infraestruturas em corredores de logística comercial, com muita tecnologia, e que liga a Ásia à Europa.

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Ferreira Fernandes

"Corta!", dizem os Diáconos Remédios da vida

É muito irónico Plácido Domingo já não cantar a 6 de setembro na Ópera de São Francisco. Nove mulheres, todas adultas, todas livres, acusaram-no agora de assédios antigos, quando já elas eram todas maiores e livres. Não houve nenhuma acusação, nem judicial nem policial, só uma afirmação em tom de denúncia. O tenor lançou-lhes o seu maior charme, a voz, acrescida de ter acontecido quando ele era mais magro e ter menos cãs na barba - só isso, e que já é muito (e digo de longe, ouvido e visto da plateia) -, lançou, foi aceite por umas senhoras, recusado por outras, mas agora com todas a revelar ter havido em cada caso uma pressão por parte dele. O âmago do assunto é no fundo uma das constantes, a maior delas, daquilo que as óperas falam: o amor (em todas as suas vertentes).

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Crónica de Televisão

Os índices dos níveis da cadência da normalidade

À medida que o primeiro dia da crise energética se aproximava, várias dúvidas assaltavam o espírito de todos os portugueses. Os canais de notícias continuariam a ter meios para fazer directos em estações de serviço semidesertas? Os circuitos de distribuição de vox pop seriam afectados? A língua portuguesa resistiria ao ataque concertado de dezenas de repórteres exaustos - a misturar metáforas, mutilar lugares-comuns ou a começar cada frase com a palavra "efectivamente"?