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Defesa

Primeiras mulheres integram força de combate na República Centro-Africana

Uma primeiro-sargento e uma primeiro-cabo de Cavalaria vão atuar com comandos e controladores aéreos táticos em operações ao serviço das Nações Unidas.

Maria Campino aproxima-se em passo decidido, vestida com camuflado e panamá. De baixa estatura e expressão dura, que recomenda cautela, esta primeiro-sargento é uma das duas primeiras mulheres do Exército a integrarem uma força de combate na República Centro-Africana (RCA).

Feita a continência, reage de imediato quando lhe dizem que vai ser fotografada: "Espere aí!", exclama a militar, enquanto tira o panamá e esboça um sorriso. Mas, em vez de ajeitar o cabelo, procura rapidamente pela boina da Cavalaria - que não encontra. Salva-a um tenente-coronel da mesma arma, talvez por saber que um operacional guarda esse elemento identitário na caserna antes de partir para o teatro de operações.

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