Premium Direita brasileira em pé de guerra para 2022

Nos escombros do governo de Bolsonaro, a afundar-se nas sondagens, o governador de São Paulo chega-se à frente na sucessão. Mas o seu homólogo do Rio de Janeiro também. E ainda há Moro, Mourão e muitos mais.

Durante a campanha eleitoral que o conduziu ao Palácio do Planalto, o então candidato Jair Bolsonaro usou a casa de um empresário carioca chamado Paulo Marinho como sede. O carro dele para se transportar. A cozinheira dele para se alimentar. E até o ginásio dele como estúdio de gravação dos tempos de antena. Notícia ao longo da vida apenas por ser ex-marido e pai da única filha da atriz Maitê Proença, o silencioso e discreto Marinho é o protótipo da eminência parda. Pois nas últimas semanas ele resolveu falar.

"O João Doria era o meu candidato original em 2018, mas não era candidato na ocasião, por isso abracei a candidatura do capitão Jair Bolsonaro como atalho para derrotar o PT (...) Doria teve uma vida empresarial de grande sucesso, diferentemente do capitão (...) Doria presidente em 2022? Se dependesse de mim, ele era presidente hoje", disse, em conversa com o Folha de S. Paulo, logo o jornal que mais irrita o presidente.

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