Premium "No futuro as pessoas vão querer ser donas dos seus dados, e não deixá-los na esfera pública"

Matti Saarelainen é o diretor do Centro Europeu de Excelência para o Combate às Ameaças Híbridas, um projeto conjunto UE/NATO. Esteve em Lisboa e explicou ao DN como a desinformação faz parte de um novo tipo de guerra

Foi num dia cinzento, cheio de reuniões, que Matti Saarelainen conheceu Lisboa. Aos 59 anos, este antigo chefe da polícia de emigração finlandesa, que começou a sua carreira, no final da Guerra Fria, nos anos 1980, nos serviços secretos, é o responsável por um departamento criado pela União Europeia e pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) que pretende dar ferramentas aos governos que o integram para combater as "ameaças híbridas".

Portugal não aderiu a este Centro Europeu de Excelência para o Combate às Ameaças Híbridas, lançado em outubro de 2017 pelo governo finlandês - e que junta 18 países da UE, o Canadá e os EUA. Mas as conversações decorrem, e esse seria, seguramente, um dos temas na agenda de Saarelainen em Lisboa.

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