Premium Rede usa Portugal para 500 ilegais chegarem à Europa

Grupo organizava viagem da República Democrática do Congo para França ou Bélgica, passando pelo território nacional. Chegavam de avião e seguiam de autocarro. Se fossem descobertos, pediam asilo.

Um casal chega ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro com três crianças como uma família em viagem de turismo. Ao inspetor do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras mostraram os passaportes angolanos, explicaram que vinham a Portugal de férias, apresentaram os documentos da reserva do hotel, o dinheiro que traziam e até o tipo de roupa transportada nas malas confirmava a explicação.

Na realidade, nasceram na República Democrática do Congo (RDC) e os passaportes angolanos eram verdadeiros, mas tinham sido obtidos com certidões de nascimento falsas. Agora estão a ser julgados em Vila Real pela prática de tráfico de pessoas e pornografia infantil, pois tentaram fazer entrar na Europa três menores.

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