Premium Extrema-direita sempre a subir na Alemanha. Alarmes soam na ex-RDA

Alternativa para a Alemanha prepara-se para fortes ganhos nas eleições deste domingo nos estados de Brandemburgo e Saxónia. Coligação de Angela Merkel volta a tremer.

"O principal problema é que as pessoas que estão a lançar uma espécie de invasão ao nosso país estão a ser tratadas da mesma forma do que os alemães e isso é uma injustiça." A frase, citada pela AFP, é do talhante Olaf Quinger, de 62 anos, um dos muitos alemães que a reportagem desta agência noticiosa internacional encontrou na campanha do Alternativa para a Alemanha (AfD) em Chemnitz, na Saxónia, um dos dois estados federados alemães que este domingo realizam eleições regionais. O outro é o de Brandemburgo.

Quinger é um dos potenciais eleitores deste partido de extrema-direita, que já está presente no Bundestag e nos parlamentos dos 16 estados federados alemães. No entanto, segundo indicam as sondagens, esta é a primeira vez que a formação política tem a possibilidade de ficar em primeiro lugar.

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