Premium O país em guerra com os russos recebe Merkel

A chanceler vai a Kiev reafirmar o apoio da Alemanha à Ucrânia. O país prepara-se para as eleições presidenciais, mas dentro de dias as autoproclamadas repúblicas de Donetsk e de Lugansk também vão a votos, num novo capítulo da guerra híbrida entre Kiev e Moscovo.

Seja qual for o resultado, a visita de um dia a Kiev é o culminar de uma semana que fica na história para Angela Merkel. Na segunda-feira anunciou que não vai recandidatar-se à liderança do seu partido, a CDU, mas que, por outro lado, pretende cumprir o mandato à frente do governo de coligação até ao final, em 2021. As ondas de choque ainda corriam a Europa quando, no dia seguinte, a dirigente de 64 anos recebeu em Berlim 11 líderes africanos num encontro sobre oportunidades de negócio.

Houve várias manifestações contra o maior evento africano na Alemanha: alemães e imigrantes africanos protestaram contra o facto de Merkel receber governantes com um palmarés criticável do ponto de vista dos direitos humanos, casos dos presidentes do Togo, Faure Gnassingbé, e do Egito, El-Sissi.

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