Premium Água: da guerra Índia-Paquistão à cooperação Portugal-Espanha

Desde as primeiras civilizações que os povos têm lutado pela água ou a usado como arma ou alvo. O Paquistão é exemplo de como tudo pode correr mal, ao contrário do que acontece na Península Ibérica.

Facto ou mito, segundo Heródoto, no ano 539 a.C. Ciro invade a Babilónia ao desviar o Eufrates e comandar as tropas ao longo do leito seco do rio. A água tem sido um elemento constante nos conflitos na região, seja como arma, seja como vítima, seja como causa. O mais recente: em setembro de 2018, os cidadãos de Baçorá, no sul do Iraque, revoltam-se contra a contaminação da água potável, que levou à hospitalização de 30 mil pessoas. Dos protestos resultam 15 mortos e dezenas de feridos.

"O Médio Oriente é um caso em que a água também tem sido utilizada como arma. É um caso extremo", diz Francisco Nunes Correia. O professor catedrático de Recursos Hídricos do Instituto Superior Técnico lembra o caso da guerra entre o Iraque e o Irão, na qual Teerão procurou atingir as fontes de água do Iraque para o debilitar. "A água é tão essencial, sobretudo em zonas áridas ou semiáridas, que se torna um alvo militar fácil e que causa problemas quase insuperáveis."

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Betinho

Betinho: "NBA? Havia campos que tinham baldes para os jogadores vomitarem"

Nasceu em Cabo Verde (a 2 de maio de 1985), país que deixou aos 16 anos para jogar basquetebol no Barreirense. O talento levou-o até bem perto da NBA, mas foi em Espanha, Andorra e Itália que fez carreira antes de regressar ao Benfica para "festejar no fim". Internacional português desde os Sub-20, disse adeus à seleção há apenas uns meses, para se concentrar na carreira. Tem 34 anos e quer jogar mais três ou quatro ao mais alto nível.