Superjuiz varre antiga sede do BES e 34 casas de ex-administradores

Carlos Alexandre, mais de dez procuradores e 200 inspetores da PJ avançaram para uma primeira vaga de buscas que durou mais de doze horas.

A Polícia Judiciária avançou ontem para um primeiro raide de buscas numa investigação relacionada com a anterior gestão do Banco Espírito Santo (BES). O processo nasceu de uma queixa do Banco de Portugal e está relacionado com suspeitas de crimes de burla qualificada, abuso de confiança, falsificação de documentos, branqueamento de capitais e fraude fiscal.

Às 11.00 já o juiz Carlos Alexandre, 14 procuradores e 200 inspetores da Unidade Nacional contra a Corrupção e da Autoridade Tributária estavam a recolher documentos e informação bancária nos servidores do BES, na Avenida da Liberdade, em Lisboa - onde está agora instalada a sede do Novo Banco -, e noutras zonas do país, como 34 casas de antigos responsáveis da instituição, entre eles Ricardo Salgado.

O juiz de instrução Carlos Alexandre acompanhou as buscas na antiga sede do BES, uma vez que quem ali trabalha está sob sigilo bancário.

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