"Pode dar muitas alegrias"

Para Elisabete Jacinto, o mar, no passado, "talhou a personalidade portuguesa". No entanto, este elemento foi perdendo importância e hoje "significa muito pouco" para a generalidade dos portugueses, o que é "absolutamente errado", já que este recurso ainda "nos pode dar muitas alegrias".

Para a piloto, dever-se-ia aproveitar a "nossa posição estratégica" para desenvolver a aquacultura, as atividades desportivas ligadas ao mar, as travessias marítimas e, "acima de tudo", potencializar a investigação científica, que resultaria por certo num "manancial de estudos", pois material de "trabalho não nos falta". Agora que faz mergulho, Elisabete, também professora de Geografia, sente-se tanto mais ligada ao mar quanto deslumbrada com a sua beleza, que é "incrível e viciante".

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