Amazon surpreende e apresenta lucro em vez de prejuízo

Resultados levaram à subida acentuada das ações da empresa em Wall Street em mais de 17% às 21:30 de Lisboa.

O distribuidor norte-americano de produtos pela internet Amazon surpreendeu hoje o mercado de capitais ao apresentar resultados positivos no segundo trimestre, com um lucro de 92 milhões de dólares (84 milhões de euros).

No mesmo período de 2014 tinha relatado perdas de 126 milhões de dólares e no primeiro trimestre do ano em curso prejuízos de 57 milhões.

A divulgação destes resultados provocou a subida acentuada das suas ações em mais de 17% às 21:30 de Lisboa, nas trocas eletrónicas efetuadas depois do fecho da bolsa de Wall Street.

O resultado por ação, que serve de referência para as empresas norte-americanas, foi positivo em 19 cêntimos, quando os analistas previam um prejuízo de 14 cêntimos.

O volume de negócios subiu 20%, para os 23,18 mil milhões de dólares, quase mais mil milhões do que o esperado.

O essencial da subida do volume de negócios veio do mercado dos EUA, que progrediu 25%, e da divisão de serviços em linha AWS, que entre outros presta o de alojamento de sítio na internet, com um aumento de 81%.

Para o trimestre em curso, a Amazon espera um volume de negócios entre os 23,3 mil milhões e os 25,5 mil milhões de dólares, números um pouco mais otimistas do que os avançados pelos analistas, que apontam para os 23,9 mil milhões.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Adriano Moreira

O relatório do Conselho de Segurança

A Carta das Nações Unidas estabelece uma distinção entre a força do poder e o poder da palavra, em que o primeiro tem visibilidade na organização e competências do Conselho de Segurança, que toma decisões obrigatórias, e o segundo na Assembleia Geral que sobretudo vota orientações. Tem acontecido, e ganhou visibilidade no ano findo, que o secretário-geral, como mais alto funcionário da ONU e intervenções nas reuniões de todos os Conselhos, é muitas vezes a única voz que exprime o pensamento da organização sobre as questões mundiais, a chamar as atenções dos jovens e organizações internacionais, públicas e privadas, para a necessidade de fortalecer ou impedir a debilidade das intervenções sustentadoras dos objetivos da ONU.