FMI exige nova subida do IVA no próximo ano

As mexidas no imposto deverão ser feitas através duma aproximação das taxas reduzida e intermédia. Quanto à taxa social única, o Fundo quer uma primeira redução de 8,5%, mais do dobro do cenário-base estudado pelo Governo.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) está a pressionar o Governo português para fazer um primeiro corte de mais de oito pontos percentuais nas contribuições dos patrões para a Segurança Social. A agressividade da redução não agrada ao Executivo, principalmente a Vítor Gaspar, que teme as consequências para o défice. O FMI considera ainda que as alterações ao IVA não devem incidir sobre a taxa máxima de 23%, mas sim nos dois degraus inferiores. Numa conferência de imprensa telefónica, o Fundo defendeu uma aproximação entre a taxa reduzida (6%) e a intermédia (13%).

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