Empresa contesta Poiares Maduro

Ao abrigo da lei do direito de resposta, o DN recebeu hoje (segunda-feira, 2 de setembro) informação enviada por trabalhadores da ASTAQ (que solicitaram a não divulgação dos seus nomes) que pretende contrariar uma notícia publicada no nosso site a 26 de julho de 2013, com o título: "Ninguém foi despedido por redução de empresa municipais." O texto recebido é o seguinte:

"Ao contrário do que foi anunciado pelo Governo, no passado dia 26 de Julho de 2013, a extinção da ASTAQ. Técnica E.I.M., que é uma empresa intermunicipal, criada pela associação constituída para esse efeito pelos Municípios de Ferreira do Zêzere, Ourém e Tomar, que, entre outros tinha como objecto principal, o apoio técnico aos mesmos, atirou para o flagelo do desemprego 13 trabalhadores (9 dos quais sem subsidio de desemprego), da seguinte forma: "(...) Vimos pela presente informar que em virtude de extinção da empresa ASTAQ. Técnica, EIM, o seu contrato de trabalho caducará em 31 de Agosto próximo (...). Mais informamos que até aquela data lhe serão pagos todos os créditos salariais."- (Cartas datadas de 30 de Julho de 2012).

Sucede que, nem a Astaq. efectuou o pagamento das indemnizações aos trabalhadores, tendo em divida cerca de 930.728,13euro.

Nem os Municípios sócios, fizeram qualquer esforço para os integrar nas estruturas municipais.

Efectivamente, o processo da ASTAQ., não acautelou o futuro dos trabalhadores, num momento particularmente difícil para a economia do país.

A forma como foi apresentada a extinção da ASTAQ., demostra no mínimo, falta de sensibilidade para o conjunto de problemas de carácter social.

Existe um sentimento de ansiedade entre os trabalhadores, sem saberem o que o futuro lhes reserva."

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