Um código tramado

Novo mês, novo código. Votado, discutido, irritado e promulgado, o novo Código de Trabalho entrou hoje em velocidade cruzeiro, à espera que as empresas pegam nas novas ferramentas para martelar acordos e denunciar o coletivo.

As armas são simples: menos férias, menos feriados, bancos de horas, inadaptação tecnológica, despedimentos mais baratos. Bruxelas espera menos despedimentos com indemnização, Lisboa quer mais mobilidade entre sectores e um rejuvenescimento que traga mais produtividade. Resultará? Ainda ninguém percebeu.

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