Os problemas que a nova ministra tem para resolver

Vítor Gaspar deixa por fazer duas importantes reformas: os cortes a fundo na despesa social, vulgo reforma do Estado, e a prometida descida de impostos, nomeadamente do IRC.

Deixa ainda a meio a estratégia de regresso aos mercados e o inevitável plano cautelar que se seguirá ao programa de ajustamento, em que, eventualmente, contará com o guarda-chuva do Banco Central Europeu (BCE) no mercado da dívida pública. Terá ainda, se o Governo aguentar até final da legislatura, de arranjar recursos para continuar a reduzir o défice e, mais importante, pagar a dívida pública gigantesca.

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