Novas reformas arriscam corte até máximo de 23%

Os trabalhadores do Estado que, em 2014, peçam a reforma arriscam um corte de quase um quarto no valor da pensão a receber.

Isto acontece porque o Tribunal Constitucional deitou por terra a convergência das pensões da Caixa Geral de Aposentações com o regime geral, mas não se pronunciou sobre a regra que dita um corte igual, de 10%, para todos os que se vão reformar a partir de janeiro.

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