"Não podemos formar a melhor geração para a exportar"

Na maior construtora portuguesa, a faturação já é dois terços internacional. Por isso, quando a pergunta sobre o futuro do euro surge na conversa, a resposta de António Mota é natural: trabalhamos mais em dólares, não nos preocupa.

Menos de uma semana depois da saída de Jorge Coelho, o chairman da Mota-Engil garante que o futuro próximo passa por África e pela Europa Central, em entrevista ao Dinheiro Vivo e TSF.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG