José Manuel Espírito Santo: "Poderíamos ter continuado com o banco"

Ex-chairman da Banque Privée defende que as autoridades "poderiam ter dado mais tempo"

"Poderíamos ter continuado a marca e com o banco, mesmo sem a governance da família. Mas a equipa era fantástica e que poderíamos, com a ajuda do BESI, ter ultrapassado este momento. Mas não foi assim", começou por dizer José Manuel Espírito Santo Silva.

José Manuel Espírito Santo salientou ainda sobre o BES Angola que "não me perguntem se conhecia, ouvia apenas histórias de clientes que me preocupavam, que não conseguiam transferir dinheiro ou falar com Álvaro Sobrinho. Soube dos problemas há cerca de dois anos, quando mudou a gestão e descobriram o endividamento e o buraco do BESA".

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